
A NATUREZA é a mãe de todos os seres, mesmo daqueles que o Homem cria e desenvolve.
As plantas e os animais, os mares e os rios, o ar e o céu, o Sol, o vento e a chuva são filhos da Natureza que o Homem precisa de compreender e utilizar, sem destruir.
Amar a Natureza é respeitar o seu equilíbrio, preservando a sua beleza e a sua força criadora.
Toda a violação da Natureza para a sua exploração é um crime contra a VIDA que nela nasce e se renova todos os dias.
A utilização de produtos químicos para um desenfreado aumento de produção é um acto de destruicão e incapacidade do Homem para compreender o mundo em que nasceu.
Na Natureza o equilíbrio existe naturalmente. Compete ao Homem, ao apropriar-se dela, descobrir esse equilíbrio e tirar daí os proveitos para a sua vida sem alterar as relações entre os seres.
Matar animais só por desporto ou prazer, colher flores sem o objectivo de embelezar a existência humana e explorar os bens da Natureza só com fins lucrativos é denunciar o Homem como o pior animal de rapina.
A poluição da Natureza é a destruição da vida. Mostra a impossibilidade dos homens viverem com dignidade e amor.
O homem que polui a Natureza tem a mente poluída, seja ele cientista, técnico, político, religioso ou filósofo.
Só é verdadeiro cidadão do mundo o homem que conhece o meio em que vive; que o ama e respeita; que o utiliza com inteligência e com delicadeza.
Se assim não for, o Homem é um animal feroz, perante quem os chamados animais ferozes são os detentores da paz e da alegria.
JÚLIO ROBERTO
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